Os bancos poderiam reduzir a taxa de desistência de novos pedidos de empréstimo em até 29% permitindo que os solicitantes preencham suas solicitações online.
Desde abril, os bancos são obrigados a verificar dados de satélite sobre desmatamento antes de aprovar empréstimos rurais. Como resultado, a biometria pode ser fundamental para garantir que o beneficiário do empréstimo seja quem afirma ser, evitando assim penalidades e multas para a instituição financeira.
Nas regiões Centro-Oeste e Norte, os usuários precisam viajar entre 150 e 300 km para formalizar seus empréstimos rurais. A biometria economizaria entre R$ 500 e R$ 2.000 por contrato em combustível, tempo e logística, eliminando a necessidade de deslocamento até as agências bancárias.
As soluções biométricas integradas da Identy.io ajudam a reduzir fraudes e roubo de identidade no setor financeiro, em um momento em que deepfakes já representam 40% dos casos de fraude em todo o mundo.
Com a digitalização acelerando no campo, o crédito rural entra em uma nova fase. A Cédula de Produto Rural (CPR) digital já avança em ritmo expressivo, com crescimento de 39% no uso. Mas esse salto tecnológico vem acompanhado de desafios: o aumento das fraudes e a persistência das desigualdades de acesso em um país de dimensões continentais e infraestrutura digital ainda desigual.
Nesse contexto, a biometria ganha protagonismo como ferramenta essencial para garantir segurança e escala. De acordo com a JPMorgan Chase, a tecnologia pode reduzir em até 30% os custos operacionais do crédito agrícola ao substituir processos manuais e documentos físicos por validações instantâneas.
Apesar dos avanços na digitalização do crédito rural, a verificação de identidade ainda é um gargalo em regiões remotas e com baixo acesso a serviços financeiros. É nesse ponto que soluções biométricas, como as da Identy.io, ganham relevância ao ampliar o alcance do sistema financeiro. A tecnologia permite validar, de forma remota e segura, uma ampla gama de transações diretamente pelo celular, eliminando a necessidade de longos deslocamentos até agências bancárias — que, em muitos casos, ficam a centenas de quilômetros das propriedades rurais. Na prática, isso não só reduz fricções operacionais, como também acelera a inclusão financeira no campo.
Para muitos produtores rurais, acessar crédito ainda significa enfrentar longas distâncias. Em regiões como o Centro-Oeste do Brasil e o Norte do Brasil, não é incomum percorrer entre 150 e 300 quilômetros apenas para formalizar um empréstimo. Nesse contexto, a biometria deixa de ser conveniência e passa a ser uma solução concreta: ao permitir a validação remota, pode gerar uma economia de R$ 500 a R$ 2.000 por contrato em custos com combustível, tempo e logística. É uma mudança que impacta diretamente o bolso do produtor — e a eficiência de toda a operação.
O ganho de eficiência é outro fator decisivo. Processos tradicionais de aprovação de crédito, que antes levavam entre 15 e 45 dias do pedido ao desembolso, estão sendo drasticamente encurtados. Com o uso combinado da biometria e da Cédula de Produto Rural (CPR) digital, esse prazo pode cair para menos de 48 horas — uma transformação que acelera o acesso ao crédito e dá mais agilidade às decisões no campo. Após concluir o cadastro — etapa em que suas credenciais de identidade digital são geradas e armazenadas de forma criptografada no próprio celular — o produtor passa a contar com um sistema de verificação ágil e seguro. Essas informações podem ser validadas tanto em bases centralizadas (modelo 1:N), quanto em autenticações diretas (1:1), garantindo que quem solicita o crédito é, de fato, quem afirma ser.
Além disso, soluções como as da Identy.io introduzem recursos como o BioCode, um QR Code que concentra os dados essenciais do usuário e pode ser apresentado sob demanda. Com isso, o produtor mantém controle total sobre quais informações compartilha, quando e com quem. Todos os dados críticos ficam armazenados em uma carteira digital (ID Wallet), protegida por padrões avançados de criptografia — elevando o nível de segurança e autonomia no acesso ao crédito rural.
A biometria deixou de ser apenas uma ferramenta de inclusão para o produtor e passou a gerar ganhos concretos também para as instituições financeiras. Segundo a Ken Research, bancos no Brasil podem reduzir em até 29% o abandono de solicitações de crédito ao eliminar etapas presenciais e o atrito físico do processo, além de cortar em até 18% a duplicação de dados e erros operacionais.
O impacto vai além da eficiência. Em um cenário em que deepfakes já respondem por cerca de 40% dos casos de roubo de identidade no mundo, a biometria se consolida como uma camada crítica de proteção contra fraudes — reforçando a segurança em toda a jornada do crédito agrícola.
A exigência regulatória também eleva o papel da biometria no crédito rural. A partir de abril de 2026, instituições financeiras deverão cruzar dados de satélite sobre desmatamento antes de aprovar financiamentos — um avanço importante no controle ambiental. Nesse novo cenário, a biometria passa a ser peça-chave para garantir a integridade do processo: é ela que assegura que o responsável pela assinatura da declaração de conformidade ambiental é, de fato, quem afirma ser.
Ao eliminar dúvidas sobre a identidade do declarante, a tecnologia ajuda a mitigar riscos jurídicos e operacionais — evitando sanções, multas e impactos financeiros relevantes para as instituições.
Para Jesús Aragón, o avanço do crédito rural digital depende diretamente de um novo nível de confiança no sistema. “Garantir que os recursos cheguem, de fato, aos produtores que precisam — especialmente em regiões remotas — torna essencial o uso de soluções seguras de verificação de identidade”, afirma.
Segundo o executivo, tecnologias como a prova passiva de vida, processada diretamente no dispositivo móvel do usuário, representam um avanço importante nesse cenário. Ao manter todo o processamento biométrico no próprio smartphone — sem a necessidade de enviar dados sensíveis para servidores externos — a solução amplia a segurança e viabiliza a autenticação mesmo em áreas com conectividade limitada ou com dispositivos mais simples. “É assim que a biometria para o bem se materializa na prática”, conclui.
Com sede nos EUA e escritórios no Brasil, México, Colômbia, Espanha e Índia, a Identy.io é líder global em verificação de identidade digital usando biometria móvel sem contato. Na Identy.io, acreditamos na autenticação multifatorial e defendemos a substituição de métodos tradicionais de verificação de identidade, como senhas, tokens ou OTPs (senhas de uso único), que não garantem a identidade do usuário.
Na Identy.io, ganhamos com instituições para garantir a verificação de identidade em seus processos de negócios usando biometria sem contato de dispositivos móveis dos usuários. Nossa proteção da autenticação física (liveness) torna a biometria segura e escalável. Para mais informações, visite https://identy.io.

