Os registros mais recentes identificaram oficialmente 362 vítimas de tráfico humano no Brasil, incluindo 207 homens, 155 mulheres e 67 crianças.
O tráfico humano se baseia no roubo de identidade, tornando a biometria uma solução tecnológica fundamental para combater esse crime, garantindo a identidade única de cada indivíduo.
Em 2025, a Identy.io iniciou uma parceria com a The Exodus Road, uma organização sem fins lucrativos especializada no combate ao tráfico humano, doando sua tecnologia de identificação biométrica sem contato.
O tráfico de pessoas depende intrinsecamente do roubo de identidade, do ocultamento das vítimas e da travessia clandestina de fronteiras. Em resposta, a biometria se consolida como um novo padrão de segurança global, oferecendo uma solução tecnológica capaz de combater esse crime ao verificar a identidade de cada indivíduo com base em suas características físicas únicas, como impressões digitais ou traços faciais. De fato, segundo os dados mais recentes do governo, o número de casos de tráfico de pessoas no Brasil diminuiu 44% desde o ano passado, em comparação com o período até 2022, graças a iniciativas governamentais recentes, como o IV Plano Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas e a implementação do CNPJ (Cartão Nacional de Identificação).
Esse sistema de identificação também possibilita o cadastro único de pessoas vulneráveis que não possuem documentos oficiais de identificação, como imigrantes, refugiados ou deslocados internos – grupos geralmente visados por traficantes de pessoas. Contudo, esse ainda é um problema real no país, e os últimos registros identificaram oficialmente 362 vítimas, sendo 207 homens, 155 mulheres e 67 crianças.
Historicamente, o Brasil enfrentou problemas com a identificação civil devido à significativa fragmentação, que permitia a geração de diferentes números de identificação em cada um dos 27 estados que compõem a federação. Isso facilitava a lavagem de identidades falsas por meio do uso de documentos legítimos gerados com dados falsificados em outros estados. A implementação da Carteira Nacional de Identidade (CIN) busca evitar esse problema, adotando o Cadastro Nacional de Pessoas Físicas como número único de identificação nacional. O processo de emissão inclui a coleta de dados biométricos de impressões digitais e reconhecimento facial, validados no banco de dados da Justiça Eleitoral. Sua implementação tem sido muito bem-sucedida; segundo dados do governo brasileiro, em meados de 2025, mais de 30 milhões de cidadãos já possuíam a Carteira Nacional de Identidade (CIN).
Os dados do último Relatório Nacional sobre Tráfico de Pessoas também revelam uma tendência alarmante: o uso da internet tornou-se um dos principais meios de recrutamento de vítimas de tráfico humano no Brasil. Por exemplo, no caso do tráfico para exploração sexual, as redes sociais foram identificadas como o principal canal de recrutamento, representando 52% dos casos registrados. Já no tráfico para trabalho forçado, o recrutamento online ocupa o segundo lugar, com 26%, muito próximo do principal método, o recrutamento por meio de conhecidos, que lidera o ranking com 28% dos casos.
Nesse contexto, a Identy.io, empresa líder global em soluções de verificação biométrica de identidade e geração de credenciais digitais, desenvolveu uma tecnologia de reconhecimento facial e de impressões digitais sem contato que requer apenas a câmera e o flash de um smartphone padrão, mesmo um modelo básico, para capturar imagens faciais e de impressões digitais nítidas e de alta qualidade sem contato físico. Isso permite a identificação instantânea de uma pessoa usando seus dados biométricos, sem a necessidade de qualquer hardware de terceiros.
O tráfico de pessoas representa um desafio complexo para as autoridades e constitui uma grave violação dos direitos humanos. Abrange o recrutamento, o transporte, a transferência, o abrigo ou o recebimento de pessoas, por meio de ameaça, uso da força ou outras formas de coerção, sequestro, fraude, engano, abuso de poder ou exploração de uma situação de vulnerabilidade. Entre as formas mais frequentes de exploração estão a exploração sexual, o trabalho forçado e até mesmo a remoção de órgãos.
Assim, ao unificar os bancos de dados biométricos em todo o país, impede-se que uma pessoa sequestrada em um estado seja registrada em outro com novas informações. Além disso, um código QR exclusivo é gerado, prevenindo qualquer tipo de fraude documental e permitindo a verificação da autenticidade dos documentos em tempo real, dificultando o uso de documentos falsificados para cruzar fronteiras.
Jesús Aragón, CEO da Identy.io, afirmou: “Nosso objetivo ao desenvolver a Identy.io sempre foi criar uma solução de identificação biométrica que fosse não apenas tecnologicamente avançada, graças à sua operação sem contato e ao fato de exigir apenas um smartphone padrão, mas também capaz de abordar questões importantes como fraude e tráfico de pessoas, garantindo a identidade de cada indivíduo e sua proteção contra qualquer tipo de exploração forçada.”
A implementação de soluções biométricas seguras e acessíveis para a maioria da população é fundamental para alcançar uma identidade verificada e única em todo o país. Isso faz parte do Quarto Plano Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas (IV PNETP), que preconiza a integração da tecnologia e da colaboração internacional como ferramentas essenciais no combate a esses crimes. Este plano, apresentado no ano passado e em vigor até 2028, conferiu ao Brasil o reconhecimento como País Pioneiro na Aliança 8.7 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos na Agenda 2030 da ONU. Essa iniciativa global dedica-se à erradicação do trabalho infantil, do trabalho forçado, da escravidão moderna e do tráfico de pessoas.
Na luta contra o tráfico humano, a Identy.io está colaborando com a The Exodus Road, uma organização sem fins lucrativos especializada nesse tipo de crime. Para tanto, doou seu aplicativo de tecnologia de reconhecimento facial e de impressões digitais sem contato para a The Exodus Road, a fim de auxiliar na investigação de casos de tráfico humano, visto que a capacidade de identificar uma pessoa é fundamental para agilizar seu resgate.
Esse sistema de identificação também possibilita o cadastro único de pessoas vulneráveis que não possuem documentos oficiais de identificação, como imigrantes, refugiados ou deslocados internos – grupos geralmente visados por traficantes de pessoas. Contudo, esse ainda é um problema real no país, e os últimos registros identificaram oficialmente 362 vítimas, sendo 207 homens, 155 mulheres e 67 crianças.
Historicamente, o Brasil enfrentou problemas com a identificação civil devido à significativa fragmentação, que permitia a geração de diferentes números de identificação em cada um dos 27 estados que compõem a federação. Isso facilitava a lavagem de identidades falsas por meio do uso de documentos legítimos gerados com dados falsificados em outros estados. A implementação da Carteira Nacional de Identidade (CIN) busca evitar esse problema, adotando o Cadastro Nacional de Pessoas Físicas como número único de identificação nacional. O processo de emissão inclui a coleta de dados biométricos de impressões digitais e reconhecimento facial, validados no banco de dados da Justiça Eleitoral. Sua implementação tem sido muito bem-sucedida; segundo dados do governo brasileiro, em meados de 2025, mais de 30 milhões de cidadãos já possuíam a Carteira Nacional de Identidade (CIN).
Os dados do último Relatório Nacional sobre Tráfico de Pessoas também revelam uma tendência alarmante: o uso da internet tornou-se um dos principais meios de recrutamento de vítimas de tráfico humano no Brasil. Por exemplo, no caso do tráfico para exploração sexual, as redes sociais foram identificadas como o principal canal de recrutamento, representando 52% dos casos registrados. Já no tráfico para trabalho forçado, o recrutamento online ocupa o segundo lugar, com 26%, muito próximo do principal método, o recrutamento por meio de conhecidos, que lidera o ranking com 28% dos casos.
Nesse contexto, a Identy.io, empresa líder global em soluções de verificação biométrica de identidade e geração de credenciais digitais, desenvolveu uma tecnologia de reconhecimento facial e de impressões digitais sem contato que requer apenas a câmera e o flash de um smartphone padrão, mesmo um modelo básico, para capturar imagens faciais e de impressões digitais nítidas e de alta qualidade sem contato físico. Isso permite a identificação instantânea de uma pessoa usando seus dados biométricos, sem a necessidade de qualquer hardware de terceiros.
O tráfico de pessoas representa um desafio complexo para as autoridades e constitui uma grave violação dos direitos humanos. Abrange o recrutamento, o transporte, a transferência, o abrigo ou o recebimento de pessoas, por meio de ameaça, uso da força ou outras formas de coerção, sequestro, fraude, engano, abuso de poder ou exploração de uma situação de vulnerabilidade. Entre as formas mais frequentes de exploração estão a exploração sexual, o trabalho forçado e até mesmo a remoção de órgãos.
Assim, ao unificar os bancos de dados biométricos em todo o país, impede-se que uma pessoa sequestrada em um estado seja registrada em outro com novas informações. Além disso, um código QR exclusivo é gerado, prevenindo qualquer tipo de fraude documental e permitindo a verificação da autenticidade dos documentos em tempo real, dificultando o uso de documentos falsificados para cruzar fronteiras.
Jesús Aragón, CEO da Identy.io, afirmou: “Nosso objetivo ao desenvolver a Identy.io sempre foi criar uma solução de identificação biométrica que fosse não apenas tecnologicamente avançada, graças à sua operação sem contato e ao fato de exigir apenas um smartphone padrão, mas também capaz de abordar questões importantes como fraude e tráfico de pessoas, garantindo a identidade de cada indivíduo e sua proteção contra qualquer tipo de exploração forçada.”
A implementação de soluções biométricas seguras e acessíveis para a maioria da população é fundamental para alcançar uma identidade verificada e única em todo o país. Isso faz parte do Quarto Plano Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas (IV PNETP), que preconiza a integração da tecnologia e da colaboração internacional como ferramentas essenciais no combate a esses crimes. Este plano, apresentado no ano passado e em vigor até 2028, conferiu ao Brasil o reconhecimento como País Pioneiro na Aliança 8.7 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos na Agenda 2030 da ONU. Essa iniciativa global dedica-se à erradicação do trabalho infantil, do trabalho forçado, da escravidão moderna e do tráfico de pessoas.
Na luta contra o tráfico humano, a Identy.io está colaborando com a The Exodus Road, uma organização sem fins lucrativos especializada nesse tipo de crime. Para tanto, doou seu aplicativo de tecnologia de reconhecimento facial e de impressões digitais sem contato para a The Exodus Road, a fim de auxiliar na investigação de casos de tráfico humano, visto que a capacidade de identificar uma pessoa é fundamental para agilizar seu resgate.
Sobre a Identy.io
Com sede nos EUA e escritórios no Brasil, México, Colômbia, Espanha e Índia, a Identy.io é uma referência global em verificação de identidade digital por meio de biometria móvel sem contato. Na Identy.io, defendemos a autenticação multifatorial e, ao mesmo tempo, a necessidade de substituir os métodos tradicionais de verificação de identidade com o uso de tokens, senhas ou OTPs (senhas de uso único), que não garantem a identidade do usuário.
Na Identy.io, trabalhamos com instituições para garantir a identidade em seus processos de negócios, utilizando biometria sem contato a partir de dois dispositivos móveis para dois usuários. Nossa proteção de autenticação por vivacidade torna a biometria segura e implementável em larga escala. Para mais informações, acesse https://identy.io
Com sede nos EUA e escritórios no Brasil, México, Colômbia, Espanha e Índia, a Identy.io é uma referência global em verificação de identidade digital por meio de biometria móvel sem contato. Na Identy.io, defendemos a autenticação multifatorial e, ao mesmo tempo, a necessidade de substituir os métodos tradicionais de verificação de identidade com o uso de tokens, senhas ou OTPs (senhas de uso único), que não garantem a identidade do usuário.
Na Identy.io, trabalhamos com instituições para garantir a identidade em seus processos de negócios, utilizando biometria sem contato a partir de dois dispositivos móveis para dois usuários. Nossa proteção de autenticação por vivacidade torna a biometria segura e implementável em larga escala. Para mais informações, acesse https://identy.io

